DESEMPENHO DA AQUISIÇÃO CORPORATIVA ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS FAMILIARES E NÃO FAMILIARES DE CAPITAL ABERTO

Autores

  • Rafael Manoel de Oliveira Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal de Goiás (UFG) https://orcid.org/0000-0002-8105-1082
  • Daiana Paula Pimenta Doutora em Administração pela Universidade de Brasília (UnB) Professora do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal de Goiás (UFG) https://orcid.org/0000-0003-1111-4778
  • Marília Paranaíba Ferreira Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) https://orcid.org/0000-0003-4290-8589
  • Alex Mussoi Ribeiro Doutor em Controladoria e Contabilidade pela Universidade de São Paulo (USP) Professor do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) https://orcid.org/0000-0003-3389-9713

DOI:

https://doi.org/10.14392/asaa.2020130307

Palavras-chave:

Aquisições corporativas, Fusões e aquisições, Desempenho, Empresas familiares, Teoria da Agência.

Resumo

Objetivo: Este estudo objetiva verificar se as aquisições realizadas por empresas familiares geram melhor desempenho do que aquelas realizadas por empresas não familiares listadas na B3 no período entre 2009 e 2016.
Método: As informações necessárias foram coletadas na base de dados da Thomson Reuters Eikon e no site da B³, e a classificação das empresas em familiares ou não familiares foi feita por meio da abordagem de componente de envolvimento da família no controle, na propriedade e na gestão da empresa e da abordagem de identidade organizacional. Regressões múltiplas com dados empilhados foram estimadas para a amostra de 244 aquisições (86 empresas).
Resultados: Os resultados indicaram que as empresas brasileiras familiares apresentam, em média, desempenho superior dos eventos de aquisições corporativas em relação às empresas brasileiras não familiares. Os achados são consistentes com a Teoria da Agência, que diz que o distanciamento entre a propriedade e o controle resulta em conflitos de agência e assimetria informacional, problemas que oferecem maiores oportunidades de expropriação dos acionistas por parte dos gestores. Assim, visto que nas empresas familiares esse distanciamento é menor, pois a propriedade e a gestão tendem a coincidir, os conflitos de agência e a assimetria informacional entre principal-agente ocorrem com menor intensidade nas empresas familiares em comparação às empresas não familiares.
Contribuições: As evidências empíricas permitem reflexões, tanto aos acionistas quanto aos executivos, sobre o uso da estratégia de aquisição corporativa, além de instigar novos mecanismos de controle e monitoramento por parte dos acionistas sobre a tomada de decisão dos gestores.

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Biografia do Autor

Rafael Manoel de Oliveira, Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal de Goiás (UFG)

Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas

Departamento de Ciências Contábeis

Daiana Paula Pimenta, Doutora em Administração pela Universidade de Brasília (UnB) Professora do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal de Goiás (UFG)

Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas

 Departamento de Administração

Marília Paranaíba Ferreira, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Centro Socioeconômico

Departamento de Ciências Contábeis

Alex Mussoi Ribeiro, Doutor em Controladoria e Contabilidade pela Universidade de São Paulo (USP) Professor do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Centro Socioeconômico

Departamento de Ciências Contábeis

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Publicado

19/12/2020

Como Citar

Oliveira, R. M. de, Pimenta, D. P., Ferreira, M. P., & Ribeiro, A. M. (2020). DESEMPENHO DA AQUISIÇÃO CORPORATIVA ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS FAMILIARES E NÃO FAMILIARES DE CAPITAL ABERTO. Advances in Scientific and Applied Accounting, 1(1), 125–146. https://doi.org/10.14392/asaa.2020130307

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